19/07
09:34

Secretários de Fazenda discutem gestão tributária

O Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat), evento promovido pela Secretaria de Estado da Fazenda, reúne secretários de Fazenda e representantes de todos os Estados para discussão e encaminhamento de soluções inovadoras com vistas à melhoria da gestão tributária, a partir do intercâmbio de experiências e informações sobre projetos de inovação de soluções e sistemas aplicados às áreas de arrecadação, fiscalização, tributação e informações econômico-fiscais que auxiliem na modernização dos fiscos estaduais.


Uma das discussões levantadas na agenda de ontem, 17, foi o uso da tecnologia associada à implementação de sistemas de controle e monitoramento. Em uma das apresentações, a Polícia Rodoviária Federal mostrou como funciona o Sistema Policial Indicativo de Abordagem (SPIA) e de que forma a administração pública pode se integrar conforme a área de interesse.

A ideia é agregar conhecimento e inteirar representantes das Unidades da Federação das práticas de outros locais que possam ser incorporadas. Na área de fiscalização, o encontro também ajuda alinhar a comunicação interestadual para combater a sonegação fiscal.

A diretriz desta edição do evento é a racionalização dos gastos públicos, tema que foi abordado inclusive na fala do secretário da Fazenda de Sergipe, ao recepcionar os participantes do Encat: “É impossível separar a parte de gastos da parte de arrecadação das secretarias de Fazenda. É importante que haja essa sinergia, porque ao arrecadar e possuir também a responsabilidade do controle do gasto se tem a percepção de onde estão os problemas. Neste sentido, a gestão tende a ser mais eficiente. Falar em melhoria do país é falar de melhoria de gestão, ética e liderança”, comentou o secretário Ademario Alves.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
17/07
16:50

Ricardo Lacerda: Efeitos da crise são fortes na construção civil

Os segmentos da construção civil e petróleo e gás continuam sendo os mais atingidos pela crise econômica internacional, que permanece forte no Brasil. “A crise atingiu o  petróleo e gás, por conta da política da Petrobras de se desfazer dos ativos menos rentáveis. A construção civil está em crise em todo Brasil. Teve o estouro da bolha imobiliária e em seguida a crise nacional atingiu em cheio o setor. Para completar, os financiamentos da Caixa e de outros bancos caíram muito”, explicou


Economia
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Por Eugênio Nascimento
17/07
10:46

Sergipe - Cooperativas colocam a mão na massa por um Brasil mais feliz

Em Sergipe, celebração no dia 21/07 marcará o compromisso de cooperativistas e voluntários com o fortalecimento socioeconômico do estado


As cooperativas, com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Sergipe, promoverão no próximo dia 21 de julho, a celebração do Dia de Cooperar 2018 (Dia C). Por meio do Dia C, cooperativistas e voluntários darão as mãos e promoverão iniciativas que transformam a realidade das pessoas e contribuem para a construção de um país mais justo, equilibrado e com mais oportunidades para todos.


O evento terá início às 9h, na Colônia Treze, no município de Lagarto, é voltado para todos os públicos e vai oferecer serviços de saúde, como: testes para doenças sexualmente transmissíveis, teste para verificação de glicemia, aferição de pressão, orientação odontológica, orientação nutricional. Além disso, também irá fornecer orientações para quem procura emprego, oficinas de artesanato, orientação contra violência infantil, doação de mudas, exposições sobre meio ambiente, entre outros. O evento também contará com apresentações culturais.


O objetivo é que as cooperativas realizem diversas ações em um grande movimento de solidariedade. “Ao colocar em prática o princípio cooperativista do Interesse pela Comunidade, estamos nos empenhando em melhorar a vida de todos aqueles que estão ao nosso redor”, declara o presidente do Sistema OCESE, João Teles de Melo Filho.


O Dia C é um grande movimento nacional de estímulo à realização de iniciativas voluntárias, contínuas, transformadoras e efetivas. Em 2018 a meta é beneficiar mais de um milhão de pessoas em todo o Brasil e contribuir ainda mais para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para tornar o mundo um lugar menos desigual.


Dia C em números

Os números comprovam a efetividade do Dia C. Em 2017, 1.563 cooperativas desenvolveram 409 projetos contínuos com a mobilização de mais de 120 mil voluntários. Essas atividades foram realizadas em 1.081 municípios espalhados por todos os estados e no Distrito Federal.


Serviço: Celebração do Dia de Cooperar

Data: 21 de julho

Horário: 9h

Local: Colônia Treze – Lagarto/SE

Informações: Verônica Moura - Assessoria de Comunicação – (79) 9.9991.5963



Economia
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Por Eugênio Nascimento
12/07
07:06

Grupo Cencosud, dono do G.Barbosa, avalia deixar o Brasil

Embora tenha registrado um faturamento de R$ 2 bilhões em vendas nas suas 200 unidades no Brasil.  de janeiro a março deste ano, o grupo empresarial chileno  Cencosud, que é dono da rede de supermercados G Barbosa, esta avaliando a possibilidade de deixar o país, conforme apurou o jornal “Valor”.

Jaime Soler, presidente do grupo, segundo o Valor, tem defendido a saída da empresa do país por acreditar que o negócio deve continuar consumindo recursos, sem a perspectiva de recuperação dos investimentos a curto e médio prazos.

Já o controlador do grupo, o alemão naturalizado chileno Horst Paulmann,  fundador da empresa e com perfil centralizador, sondou o mercado em 2015 para verificar potenciais interessados no negócio como um todo, mas é contra a venda da operação, conforme apurou o Valor. Ele entende que, uma negociação nessas condições agora, com resultados ainda fracos, depreciaria o ativo.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
03/07
08:13

Crédito para pessoa física em Sergipe cresceu 5,3% no mês de maio

Estudo realizado pelo Boletim Sergipe Econômico, tendo como base os dados do Banco Central, revelou que o total de operações de crédito no estado de Sergipe, em maio, chegou a pouco mais de R$ 18 bilhões.


Em termos relativos, quando comparado com o volume de crédito concedido em maio do ano passado, verificou-se leve aumento de 0,7%. No entanto, quando comparado com o mês imediatamente anterior, abril último, notou-se retração de 0,1%.


Com os dados de maio, a concessão total de crédito, nos cinco primeiros meses do ano, superou os R$ 90,5 bilhões, registrando alta de 1,4%, em relação ao mesmo período de 2017.

Todas as variações descritas são em termos nominais, ou seja, sem considerar o efeito da inflação no período em análise.

Distribuição do crédito em Maio/2018

As operações de crédito de pessoas físicas somaram R$ 13,5 bilhões, registrando crescimento de 5,3%, no comparativo com o mesmo mês de 2017. No confronto com o mês anterior, abril passado, verificou-se aumento de 0,7%.

De janeiro a maio do ano corrente, a concessão de crédito para as pessoas físicas registrou aumento de 5,4% sobre o mesmo intervalo do ano passado. Em valores, o crédito concedido ultrapassou os R$ 67,2 bilhões

Por sua vez, a tomada de crédito das pessoas jurídicas assinalou queda de 10,7%, em relação a maio de 2017. No comparativo com o mês anterior, abril último, também se verificou retração, porém menor, de 2,4%. No mês analisado, as operações totalizaram R$ 4,5 bilhões.

Nos cinco primeiros meses do ano andante, a tomada de crédito das pessoas jurídicas, em valores, chegou a R$ 23,2 bilhões, registrando recuo de 8,5%.

Inadimplência em Maio/2018

A taxa geral de inadimplência das operações de crédito, referente a atrasos de pagamentos acima de noventa dias, situou-se em 4,76% dos contratos. Para as pessoas jurídicas situou-se em 7,94%, enquanto que a taxa de inadimplência para pessoa física ficou em 3,69%.

NIE/FIES


Economia
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Por Redação
02/07
09:10

Em maio, depósitos de poupança aumentam 8,7% em Sergipe

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, com base nos dados do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) do Banco Central, revelou que os depósitos na caderneta de poupança no estado totalizaram pouco mais de R$ 5,9 bilhões, em maio deste ano.

Em termos relativos, quando comparado com os depósitos feitos no mesmo mês de 2017, notou-se elevação de 8,7%. Já no comparativo com o mês imediatamente anterior, abril último, verificou-se alta de 0,4%.

No acumulado do ano (janeiro a maio), o depósito na caderneta de poupança atingiu R$ 29,2 bilhões, situando-se 7,5% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Todas as variações elencadas são em termos absolutos, ou seja, sem considerar o efeito da inflação no período.

Financiamentos Imobiliários em Maio/2018

O total dos financiamentos imobiliários concedidos no estado, no mês analisado, com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) foi de pouco mais de R$ 26,8 milhões.

O SBPE é integrado por instituições financeiras especializadas na concessão de financiamentos habitacionais, tendo como fontes de recursos os depósitos em caderneta de poupança e repasses dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Decompondo o montante dos financiamentos, observou-se que pouco mais de R$ 26 milhões, ou 97,2%, foram destinados à aquisição de imóveis residenciais e comerciais, enquanto que 2,8%, ou R$ 763,7 mil, corresponderam a tomadas de crédito para gastos com construção, aquisição de material de construção, reforma ou ampliação de imóveis.

Núcleo de Informações Econômicas/FIES



Economia
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Por Redação
02/07
08:51

Pré-candidata à presidência fala sobre o preço dos combustíveis no Brasil

Grande influenciadora da produção de riquezas no Brasil, alcançando 20 % do PIB do país, a rede produtiva que se articula em torno da Petrobras faz dela a maior empresa da América Latina. Porém, a política de preços da Petrobrás hoje, determinada pela variação do petróleo no mercado internacional, serve apenas para o enriquecimento dos acionistas privados da empresa, que são grandes bancos estrangeiros. 

O uso de combustíveis é muito importante para o desenvolvimento do país, por isso defendemos vender esses produt
os pelo seu preço de custo que sai da refinaria da Petrobrás, no caso da gasolina a R$ 1,54 e o diesel a R$ 0,93. Logo se percebe que não tem como conciliar os interesses dos consumidores brasileiros que querem preços baixos dos combustíveis com os dos acionistas privados da Petrobrás que querem enriquecer à custa do povo brasileiro.
 

Cobrar R$ 4,80 reais pelo litro da gasolina que custa R$ 1,54 é um absurdo, porque temos petróleo sobrando (100 bilhões de barris) no Pré-sal.

Então, porque cobrar três vezes o valor de custo sabendo que isto prejudica a população e o desenvolvimento do país?

Isso ocorre porque a Petrobrás hoje está semiprivatizada, funciona para o lucro dos acionistas privados estrangeiros. Por isso, estas reservas de petróleo, que valem 5 trilhões de dólares, estão sendo vendidas por 1% do valor: aconteceu isto durante o Governo Dilma, no leilão de Libra, e agora deu um salto durante o governo Temer, que já realizou cinco leilões em 2 anos.

Desde FHC que os governos brasileiros estão destruindo a Petrobrás por dentro: privatizando, através de leilões e desinvestimento, terceirizando serviços e superexplorando seus funcionários. A Petrobrás era uma empresa completa integrada do poço ao posto. Os donos privados exigem que ela seja apenas exportadora de óleo cru e importadora de refinados.
Assim, o capital internacional está obrigando o Brasil a deixar de ser um país industrial para voltar a ser uma economia colonial, exportador de alimentos, minérios e petróleo. Estamos sendo recolonizados. É a volta do Brasil colonial.
Para mudar a política de preços da Petrobrás, temos que romper com o sistema capitalista brasileiro que é subserviente aos Estados Unidos.

Para mudar isto é necessário a volta do monopólio estatal do petróleo, estatizando todas as empresas do setor, com uma Petrobrás 100% estatal, sob controle dos trabalhadores e do povo brasileiro.

Só assim, junto com a reestatização das empresas privatizadas, da mineração, siderurgia, telefonia, eletricidade e transporte ferroviário, poderemos garantir um desenvolvimento do Brasil que favoreça os trabalhadores.

Como financiar a venda da gasolina, diesel e demais combustíveis pelo preço de custo?

Muito simples, propomos limitar drasticamente a remessa de lucros das multinacionais, que todo ano enviam dezenas de bilhões de dólares às suas matrizes (inclusive bilhões de dólares que se envia todo ano aos acionistas privados da Petrobrás em Nova York) e suspender o pagamento da dívida externa e interna aos grandes bancos, que todo ano recebem cerca de 200 bilhões de dólares somente em pagamento de juros.

Somente uma rebelião dos trabalhadores pode garantir essa revolução na Petrobrás e uma política de preços que ajude o Brasil e seu povo.

Mentem os candidatos que dizem resolver o problema com saídas cosméticas. A crise do Brasil é grande e só se resolverá com uma mudança profunda de sistema. Nossa pré-candidatura está ao serviço de preparar uma revolução dos trabalhadores contra os ricos daqui e de fora, que livre o Brasil do domínio imperialista e capitalista.

Por Vera Lúcia, pré-candidata a presidente pelo PSTU





Economia
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Por Redação
29/06
14:51

Em abril, venda de combustíveis em Sergipe tem leve alta de 0,9%

De acordo com informações da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as vendas totais de combustíveis, no quarto mês do ano, totalizaram pouco mais de 72 milhões de litros, assinalando leve alta de 0,9%, em relação ao mesmo mês de 2017. No entanto, em relação ao mês imediatamente anterior, março deste ano, as vendas totais recuaram 4,3%. Com os dados de abril último, as vendas acumuladas no ano chegaram a 291,4 milhões de litros, assinalando leve recuo de 1% sobre o mesmo período do ano passado.

Combustíveis comercializados em Abril/2018

Foram vendidos aproximadamente 31,7 milhões de litros de gasolina, no mês analisado. Em termos relativos, verificou-se queda de 4,8% nas vendas, em relação ao mesmo mês de 2017. Já na comparação com o mês imediatamente anterior, março último, a queda foi de 8,9%. No acumulado do ano (janeiro a abril), foram comercializados pouco mais de 129 milhões de litros, do combustível, registrando retração de 4,5%.

A comercialização do etanol hidratado, no mês em análise, assinalou alta de 52,3%, quando confrontado com o volume de vendas do mesmo mês de 2017. Em volume, as vendas superaram 1,8 milhão de litros. Todavia, quando comparado com o mês imediatamente anterior (março/2018), notou-se queda de 11,2% no consumo. Nos quatro primeiros meses do ano, as vendas do combustível expandiram-se 70,5% sobre o mesmo intervalo do ano passado, chegando aos 10,6 milhões de litros.

No tocante ao óleo diesel, foram comercializados mais de 26 milhões de litros, em abril último. Em termos comparativos, verificou-se alta de 4,7%, em relação ao mesmo mês de 2017. No entanto, quando comparado com o mês anterior, último mês de março, as vendas ficaram praticamente inalterados, apresentando leve queda de 0,1%. No acumulado do ano, as vendas situaram-se 0,2% acima do mesmo período de 2017, aproximando-se dos 102,5 milhões de litros.

A venda do combustível utilizado pelas aeronaves, o chamado querosene de aviação, ultrapassou os 2,4 milhões de litros, apresentando elevação de 15,3%, em relação a abril de 2017. Na comparação com o mês imediatamente anterior, as vendas recuaram 2,9%. De janeiro a abril, as vendas cresceram 5,9%, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, ultrapassando os 10,5 milhões de litros.

 

FIES/NIE




Economia
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Por Redação
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