18/09
20:00

Comissão da Verdade fará audiência pública em Propriá

A Comissão Estadual da Verdade (CEV) fará audiência pública no próximo dia 20, quarta-feira, em Propriá. O evento terá início às 9h, no Plenário da Câmara Municipal,  e pretende levantar informações sobre episódios de repressão e violação dos direitos humanos ocorridos  na região do Baixo São Francisco durante a ditadura civil-militar que foi implantada no Brasil em 1964.



Política
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Por Eugênio Nascimento
18/09
19:51

Edvaldo Nogueira ainda não definiu volta de dirigentes licenciados da Emsurb

Completou um mês no último domingo, 17, a decisão judicial que autorizou o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PC do B), a reconduzir ao comando da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), o seu presidente licenciado Mendonça Prado e outros cinco dirigentes. Mas, até agora, Nogueira não se manifestou sobre o assunto. Os dirigentes da Emsurb foram afastados em abril deste ano para que fossem apuradas denuncias de possíveis irregularidades nos contratos referentes à coleta de lixo em Aracaju (SE).



Coluna Afonso Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
18/09
12:08

UFS é 38ª no ranking de 195 universidades brasileiras

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) foi avaliada pelo Ranking Universitário Folha 2017 (RUF, do jornal Folha de São Paulo) como a 38ª instituição do país em qualidade do ensino. A Universidade Tiradentes (UNIT) aparece na 99ª posição.

O RUF avaliou 195 universidades públicas e privadas. Entre as públicas a UFS é a 27ª de um total de 63. Foram tomados como base os cursos de Administração de Empresas, Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Biologia, Ciências Contábeis e Computação.

Segundo o reitor Angelo Roberto Antoniolli, a boa condição da UFS entre as melhores do país deixa claro os esforços da administração, dos professores, estudantes e servidores. "A boa qualidade é sempre a nossa meta", declarou.



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
17/09
13:44

A Santa Sé

José Lima Santana
Professor da UFS

Minervina de João de Zé de Tintilo andava agoniada. Não sabia como sair-se da situação vexatória na qual acabou se metendo. Sufoco! Como resolver aquela situação? Teria que apelar ao padre Afonso? Não lhe passaria ele uma descompostura? Não a faria cumprir a promessa assim mesmo como ela a fizera? Se fosse o padre anterior, João Bosco, a situação poderia ser contornada a contento. Ele a conhecia havia muito tempo, antes mesmo de ter ido oficiar ali, quando era pároco de Barro Alto e lá ela morava, casada de novo. Depois, a família se arranchou nas Cajazeiras de São Raimundo Nonato e uns três anos depois eis que o padre João Bosco para ali foi transferido. Durou um lote de anos. Coitado! Morreu do coração. Não tinha ainda sessenta anos de idade. Gordo que fazia gosto. Doentinho que fazia dó. Morreu dormindo. 

O padre Afonso, um galegão danado, tinha fama de brabo. Era um bom padre. Sabia pregar o Evangelho como poucos. Mas, era dado a dar broncas nas pessoas que não se comportavam direito na igreja e na vida. Não media palavras. Nem para tanto mudava de batina. Com ele, era pau, casca! Não tinha lero-lero. Como, então, Minervina iria pedir uma solução para o problema que a afligia, há uma semana? Porém, não tinha jeito. Teria que apelar para o bom senso do pároco. Iria a ele, sim. E fosse o que Deus quisesse. 

Domingo, dez da manhã. O padre já tinha celebrado a missa matinal. Estaria em casa, refestelado na cadeira de balanço com um livro nas mãos. Era o que ele mais fazia em casa. Ler. Lia como um desvalido. Devorava mais livros do que todas as traças do mundo, juntas. Dona Izabel, a irmã, estaria nos afazeres da cozinha, ajudada pela preta Maria Fulô, octogenária, ama de leite do padre, a quem ele chamava de mãe. A mãe do padre, Dona Virgínia Mendes de Souza Fontes, viúva do coronel Augusto César de Souza Fontes, que tinha patente comprada da Guarda Nacional, morreu quando o padre completou doze anos. O pai lhe faltou quando ainda estava nos cueiros. O chifre de um boi assassino lhe varou o coração. O coronel, antigo dono de um festejado banguê, que acabou de fogo morto, tornou-se próspero criador de bom gado de corte e era dado à brincadeira das vaquejadas. Morreu numa delas. 

A negra Maria Fulô nasceu na senzala do pai do coronel Augusto, mas de ventre livre. Jamais saiu do serviço do pai e, depois, do filho. Era uma serva, para não dizer escrava. Nunca recebeu um tostão furado de salário. Era bem tratada. Mas não passava de uma serva. Ama de leite. Se o padre a tinha em grande condição, ela o tinha mais ainda. O padre era o seu bebê. O filho que nunca teve. E desde a morte de Dona Virgínia, ela, Maria Fulô, dele cuidou como um filho verdadeiro. Melhor mãe, com todo o respeito a Dona Virgínia, o padre não poderia ter. 

Minervina de João de Zé de Tintilo tomou o rumo da casa do padre. Levou debaixo do sovaco um capão de bom peso. Um mimo para Dona Izabel, que era uma santa. Uma joia rara, tão diferente de gênio em relação ao irmão padre. Um doce de pessoa. Um anjo de candura. Dona Izabel era madrinha de batismo de um neto de Minervina. Não eram, pois, pessoas estranhas. 

Naquela manhã de domingo, chovia. Era o mês de setembro. O inverno se prolongava, esticava os braços e fazia cair boas pancadas de água. Bateu na porta. Toc-toc-toc. Acudiu-lhe Maria Fulô, arrastando os chinelos. “Dona Maria Fulô, eu preciso ter um dedo de prosa com o padre Afonso. Ele está não está? Eu o vi entrando agorinha mesmo”. Ele estava. Resmungando, como era próprio de certas pessoas com idade avançada, a negra velha desapareceu no corredor da casa, por trás da cortina, que separava a varanda do resto da casa, seguida por Minervina.

Minervina fez uma promessa a uma santa que ela desconhecia, a não ser pelo nome. O nome mais curto de uma santa que ela já tinha ouvido falar. Prometeu soltar duas dúzias de foguetes em frente à igreja onde a santa tivesse a sua imagem, caso a sua gata angorá de estimação ficasse boa de uma doença que lhe fizera cair o pelo, deixando-a igual a um bruguelo de passarinho. Poucas semanas depois a gata voltou a ter pelos. Um milagre! Ocorria que ela acabou descobrindo por uma neta estudiosa que a santa em questão somente podia ser encontrada na cidade do Papa, em Roma. Minervina não tinha dinheiro suficiente para ir à Cidade Eterna, a fim de pagar a promessa feita. Eis o que ela precisava arrancar do padre Afonso: que a dispensasse de cumprir a promessa feita, ou permitisse fazer a troca da promessa por outra em melhor condição de cumprimento. Que angústia! Que tormento! 

O padre a recebeu na sala de leitura. Sem rodeios, Minervina lhe contou acerca da promessa e falou da enorme dificuldade para cumpri-la. O padre ouviu toda a conversa no mais absoluto silêncio. “Acabou, minha senhora?”. Tinha acabado sim. Uma promessa feita a uma santa distante. Ela não tinha meios que lhe possibilitassem sair dali para a cidade do Papa. Bem que ela gostaria de vê-lo! 

O padre Afonso indagou que santa era aquela, pois Minervina ainda não tinha declinado o seu nome. “É Santa Sé”, respondeu ela. O padre, de cara sempre fechada, explodiu numa gargalhada, que deixou Minervina em pedaços. Refeito, o padre desculpou-se e disse: “Minha santa mulher, de onde a senhora tirou esta ideia? Quem lhe disse que a Santa Sé é uma santa a quem se possa fazer promessa? A Santa Sé não é a representação de uma mulher piedosa que foi canonizada, como Santa Terezinha do Menino Jesus, Santa Rita de Cássia e tantas outras que nos servem de modelo em face de suas vidas dedicadas ao amor de Deus, ao Evangelho de Jesus Cristo, servindo aos irmãos e às irmãs das mais diversas maneiras. Não, não, não! A Santa Sé assim chamada é a representação do governo central da Igreja Católica, que fica na Cidade do Vaticano, governada pelo Papa. A senhora não sabia disto?”. 

Pobre Minervina! Sabia nada. Ela ouvia, no rádio, que muita gente estava acorrendo à Santa Sé, para pagar promessas. Só isso. E fez a sua promessa, para a cura da gata angorá, que ficou curada. 

“Quem curou a sua gata, minha senhora, foi a sua fé. Deus volta o seu divino olhar para os seus filhos e filhas que Nele depositam a sua confiança, a sua fé. A senhora pode queimar os seus foguetes em frente à Matriz, sem problema. A promessa estará cumprida. Que Deus lhe abençoe!”.
Minervina voltou para casa aliviada. E dobrou a queima dos fogos. 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
17/09
13:44

Nomes que são. Nomes que deveriam ser

Luiz Eduardo Oliva (*)

O nome, na maioria das vezes, surge de uma imposição. Os apelidos são frutos da espontaneidade, por isso costumam sobrepor-se à imposição.  Localidades, ou recebem o nome por conta de uma tradição, de um fato, de uma história qualquer, ou são “nominadas” por atos oficiais. Mas há nomes que resistem a qualquer “ato” legislativo ou executivo. Estes são os nomes verdadeiros, que caem na boca do povo, e que subsistem até mesmo à sua própria história. Donde ficaria, por exemplo, a Baixa da Égua? Ou a Caixa-Prego? A Baixa da Égua é comumente usada para expressar um local distante, quando se quer reforçar a informação: “É longe, fica lá na Baixa da Égua!”. Seria o mesmo também que dizer “lá, onde o vento faz a curva” ou “onde Judas perdeu as botas”.  Caixa-Prego daria no mesmo se não fosse a existência real de uma praia com esse nome, na Ilha de Itaparica, na Bahia, 

Está-se aqui a referenciar, no entanto, a certos logradouros, ou mesmo símbolos aracajuanos, que persistiram pelo “apelido” que a população lhes deu, ignorando o que é oficial. Aliás, o nome oficial até pega, mas nem sempre é o mais justo. A praia Sarney, por exemplo. Que sentido tem atribuir uma praia tão genuinamente sergipana a um político que mal pisou os pés nas terras Del-Rei? Porque ao acaso do destino caiu-lhe no colo a presidência da fugaz nova república e a bajulação que esse cargo evoca, acabou virando nome de praia, se bem que as pessoas se referem mais aos bares que ali se localizam: o DK1, o Meu Bar, o Paraty... Um bom exemplo da sabedoria popular está na capital de Santa Catarina. Na república velha o alagoano Floriano Peixoto impôs seu nome à Ilha de Nossa Senhora do Desterro sob a alcunha de Florianópolis que seria a “Cidade de Floriano”. Os ilhéus passaram a chamá-la carinhosamente de Floripa e pronto.  É o que ficou. 

É recente a iniciativa do Governo de Sergipe que em boa hora decidiu trocar os nomes de ditadores na época do regime militar por nomes sergipaníssimos, mais adequados à salutar democracia. O Colégio Estadual Costa e Silva, que formou uma belíssima geração, tinha o bom apelido de Costão. O governador Jackson Barreto ao mudar nomes de prédios públicos trocou o do general pelo grande educador João Costa e manteve assim o velho apelido “Costão” que, aliás, já deve ter sido uma forma de não pronunciar o nome do ditador. Veio um nome mais adequado e respeitou-se o apelido: de Costa e Silva para João Costa, o “Costão” permaneceu com a justa homenagem a um dos nossos maiores educadores. 

Assim como foi feito com o inadequado nome de ditadores há logradouros que mereciam, de uma vez por todas, ver revogados os nomes que o formalismo oficial lhes deu. Um deles é a Rua da Frente. Nome mais engenhoso não podia haver. O aracajuano cuidou de por uma frente à sua própria cidade. E viu como frente, aquilo que está de cara com rio, de frente para o mar. Nunca pôs, todavia, em nenhum outro logradouro um nome de “rua de trás”. Por ato oficial o nome é de um general que, no entanto, merece a homenagem: o general Ivo do Prado (Ivo do Prado Pires da Fonseca) que foi  também historiador e escreveu  “A Capitania de Sergipe e suas Ouvidorias”. Ainda assim os aracajuanos chamam muito mais de “Rua da Frente”. 

Sabe-se lá porque chamam uma pequenina praça em forma de  “V” de “Mini Golfe”. Ali, oficialmente, homenageia-se a Getúlio Vargas.   Às favas, com o velho ditador! O que vingou mesmo foi o momento maior daquele logradouro que hoje abriga a sede da OAB no antigo palacete dos Rollemberg. Nos anos 70 do século passado um gaúcho novidadeiro (por ironia um conterrâneo de Getúlio) trouxe para Aracaju uma inovação: montou um bar e uma estrutura para se jogar o golfe, em pequenas canaletas utilizando tacos oficiais. ‘You Don’t Know Me’ de Caetano Veloso era uma das músicas que fazia o fundo musical. E o Minigolfe fez-se o “point” daqueles tempos. Mas, como todo point,  saiu de moda. O bar fechou, as canaletas foram cobertos para dar lugar à praça que depois foi transformada com a chegada da OAB, mas o nome resistiu ao passar dos tempos. Se perguntarem “Onde fica a OAB?” a resposta vem na bucha: “na pracinha do Minigolfe!”. E a maioria nem sabe o porquê do apelido. 

E a “Explosão” quem não sabe onde fica? Se alguém se refere à “Edézio Vieira de Melo”, logo em seguida há de completar com o nome que melhor lhe indica: a Avenida da Explosão. É que nos anos 80 um bombeiro guardava, parece que em baixo de seu colchão, um depósito de fogos. Aracaju teve o seu dia de Oriente Médio. Numa madrugada um estrondo acordou a cidade. E, veja a ironia, a casa do bombeiro explodiu. Foi pelos ares por assim dizer, atingindo janelas e vidraças num raio de uns três quilômetros.  O choque do acontecimento marcou aquele logradouro. Continua “Edézio” nos mapas GPS, no Google, mas na boca do povo o que vale é “Avenida da Explosão”. 

O Edifício Estado de Sergipe, alguém sabe onde fica? Mas quem não sabe dizer, na bucha, onde se situa o Edifício Maria Feliciana? Quando, em seus sonhos megalomaníacos, o então governador Lourival Baptista, no final dos anos 60, construiu aquele que era para ser o maior edifício do Nordeste, curiosamente deu-lhe o nome do menor Estado do Brasil. E a população, em fina ironia, cuidou logo de homenagear aquela que naquela época era considerada a mais alta mulher do mundo, chegando a treinar para jogar basquete e depois foi ser artista circense. Até hoje Maria Feliciana é a referência popular para o nosso maior edifício, ainda que a placa oficial insista em dizer o contrário. Eis aí uma boa sugestão a um deputado: encaminhar a assembleia um projeto de lei tornando de uma vez por todas o nome do Maria Feliciana de Maria Feliciana! E homenagearia ainda em vida a artista. Como nos demais casos prevaleceu a sabedoria popular. Portanto, nomes que são nem sempre são os nomes que deveriam ser. Nos mais variados sentidos. 


(*) Luiz Eduardo Oliva, é advogado, poeta e professor. É ex-secretário de Estado dos Direitos Humanos e da Cidadania.


Colunas
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Por Kleber Santos
17/09
09:23

Coluna Primeira Mão

Campanhas caras



Comenta-se nos bastidores que a campanha eleitoral de 2018 será das mais caras que o Brasil já teve. Contribuem para isso os desgastes dos políticos e a ideia que o eleitor tem de que “não dá para votar nesses caras sem faturar uns trocados”. Consultados,  dois dirigentes de institutos de pesquisas disseram acreditar que para ser eleito governador o gasto mínimo  será de R$ 8 milhões, senador R$ 6 milhões, deputado federal R$ 4 milhões e deputado estadual R$ 2 milhões.  Os políticos com mandatos e realizações, tipo liberação de emendas para prefeituras, projetos e obras,  têm mais chances de gastar menos que os valores citados. Mas quem vai começar do zero ou seja “é marinheiro de primeira viagem”, um ilustre desconhecido,  ou gasta ou continuará com a ideia de que ninguém lhe ama, ninguém lhe quer.



Perfis políticos



No seu livro (Visão da Política de Sergipe. Tudo como dantes.) lançado na última quarta-feira, o ex-desembargador  Pascoal Nabuco assim faz o seguinte perfil de conhecidos políticos sergipanos :"João, o melhor administrador entre eles e o mais realizador dos líderes políticos sergipanos ; Valadares,  o mais preparado para o exercício da política de bastidores,  imbatível como articulador ; Albano,  o mais engenhoso e de maior prestígio nacional ; José Carlos Teixeira,  a princípio, um sonhador, para depois se perder por suas posições incoerentes, ao deixar de liderar as oposições para se unir às forças políticas contra as quais lutara ; Jackson,  o maior líder populista entre os nossos políticos,  corajoso,  voluntarioso e leal ao grupo que integra ; Deda,  grande tribuno,  cuja morte prematura não lhe permitiu se afirmar como o governante que dele se esperava".

 

Sem 13º salário

 

O Governo do Estado e os prefeitos dos 75 municípios de Sergipe já se movimentam no sentido de conseguirem recursos para o pagamento do 13º salário dos servidores públicos. Com Estado e Municípios quebrados, há  indícios de que  esse dinheirinho quebra ganho só será recebido em 2018.



Ações cíveis



O Estado de Sergipe foi vitorioso em duas Ações Cíveis Originárias ajuizadas perante o Supremo Tribunal Federal (STF). Uma determina o recálculo do FPE com diferenças subtraídas de Sergipe. A outra é relativa  ao FUNDEF.  Ambas foram ajuizadas em 2003 e 2004 por iniciativa do então Procurador-Geral Antonio João Rocha Messias na gestão do Governador João Alves Filho. No primeiro caso, Sergipe receberá algo em torno de R$ 45 milhões. Já no segundo, caberá ao Estado valor entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões.



Uso e abuso



A terceirização de carros, sem placas oficiais, usados por autoridades dos três poderes estaduais, tem tornado possível o uso desses veículos para fins que nada tem a ver com o trabalho de suas repartições. Isso é uma prática desabonadora que já existia nos tempos das placas pretas.



Quem manda?



Fala-se nos meios políticos que o deputado federal Fábio Reis seria hoje o chefe do PMDB sergipano junto à direção nacional. Tem sido muito ouvido. Mas o governador Jackson Barreto estaria sendo avaliado nas bases de Sergipe como o comandante em chefe.



Quo vadis?



O líder do Governo no Congresso Nacional, deputado André Moura ainda não decidiu se fica no PSC, vai para ou PMDB ou se encaminha para o ninho tucano do PSDB. Vai esperar a abertura da janela para as mudanças partidárias. O presidente nacional do PMDB, Romero Jucá, lhe convidou para o partido. O mesmo fez o único deputado federal peemedebista de Sergipe, Fábio Reis, que não deseja ver o PT indicando candidato majoritário nesse arco de aliança liderado pelo governador Jackson Barreto.


Reclamação àtoa



Políticos que reclamam de uma suposta criminalização da classe política estão equivocados.  Eles é que precisam sair das páginas e dos noticiários policiais e das barras da Justiça.



Memorial da democracia



Por ocasião do ato de inauguração do Memorial da Democracia, no campus da UFS em São Cristóvão,  foi notada a ausência de representante da Comissão Estadual da Verdade. Essa ausência foi muito criticada por um dos oradores, o ex-preso político Marcélio Bonfim.


Viajar é preciso



A classe média aracajuana já viajava muito à Argentina antes de se falar em ponte aérea entre a capital de Sergipe e a capital dos argentinos. Durante o verão,  às vezes era muito mais fácil encontrar sergipanos nas belas avenidas e ruas de Buenos Aires do que em Aracaju (exagero a parte).  Agora com a ponte área entre as duas cidades,  teremos aracajuanos literalmente batendo cabeças em Buenos Aires.



Pensar SE



 O PSB do senador Valadares lançou o seu seminário Pensar Sergipe com a intenção de mostrar que seu partido está pronto para governar Sergipe. Louvável idéia.  O ex- reitor da José Fernandes de Lima também fez algo assim há tempo atrás em relação à sociedade sergipana.


Situação extrema



A informação segundo a qual mais de 100 cobradores teriam pedido demissão de seus empregos dá uma idéia de periculosidade do seu trabalho. Dispensar emprego em tempos de desemprego parece ser uma medida extremada. Como hoje em dia cobradores não mais manuseiam dinheiro, o problema sobra mesmo é para os usuários de ônibus. Alguma coisa precisa ser feita.


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Frutas tropicais



As frutas tropicais são as melhores do mundo. Mas elas estão sendo cada vez menos nas feiras, nos mercados e nos supermercados,  por conta da importação de frutas de clima frio durante o ano inteiro. Além disso,  nota-se o crescimento de uma bem sucedida agricultura comercial de frutas não tropicais em Sergipe e no Nordeste. Nada contra isso,  mas é preciso também haver estímulo à cultura das deliciosas mangas, mangadas, etc.


Cartão postal



A ponte que liga Aracaju à Barra dos Coqueiros é um mais belos cartões postais de Aracaju. O curioso é que o seu realizador, o ex-prefeito João Alves Filho, na sua última passagem no governo municipal não deu a menor bola para ela, deixando a Orla do Bairro Industrial abandonada. Caberá a Edvaldo Nogueira fazer alguma coisa naquela área para que o sergipano e os turistas não guardem essa lamentável sensação de abandono da orlinha.



É lamentável



A sensação de Brasil parado é muito grande ainda. A crise está na crista da onda e causa muitas irritações a empresários que não vendem e trabalhadores demitidos.









Coluna Afonso Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
16/09
19:02

Mercado Albano Franco fecha na próxima segunda-feira para limpeza

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos, informa que na próxima segunda-feira, dia18, o Mercado Central Albano Franco estará fechado ao público para mais uma ação de manutenção e limpeza.


A ação tem como finalidade realizar uma higienização mais intensa de todos os setores, com a execução de serviços de dedetização, desratização, varrição, retirada de resíduos e lavagem do espaço.


O fechamento do mercado, que acontece sempre na terceira segunda-feira do mês, atende as necessidades dos feirantes.


Além da varrição e da lavagem que acontecem diariamente nos corredores e instalações do mercado, toda semana os setores de carnes e pescados são lavados para manter a higiene do local.


Funcionamento


Atualmente, o mercado central Albano Franco funciona de segunda a quinta-feira das 6h às 16h45, sexta e sábado das 5h30 às 16h45, e aos domingos das 5h30 às 12h.


(Da assessoria)



Coluna Afonso Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
16/09
18:50

Um nome lembrado mpara o bosque da Sementeira

A Associação  de Engenheiros Agrônomos pretende,  através pesquisa,  definir um nome para denominar o novo BOSQUE que será implantado no PARQUE DA SEMENTEIRA. Fica a  sugestão com o nome do Engenheiro Agrônomo  ROBERTO DA COSTA BARROS ,Ele foi , sem dúvida , quem iniciou os primeiros programas de Arborização e reflorestamento no estado. Em uma época em que não era moda falar sobre  meio ambiente,ROBERTO BARROS, residia na IBURA e comandava a produção e distribuição de mudas em feiras e exposições



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
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